As autoridades de segurança do Líbano já haviam alertado, em julho, ao primeiro-ministro e ao presidente do país sobre o risco das 2,7 mil toneladas de nitrato de amônio armazenadas no porto de Beirute. As informações foram divulgadas pela agência Reuters, nesta segunda-feira (10).
A explosão ocorreu no dia 4 de agosto, duas semanas após a alerta, e matou ao menos 163 pessoas, e feriu outras 6 mil, além da destruição dos prédios. Segundo a agência de notícias, em um documento da Direção-Geral de Segurança Pública sobre os eventos que levaram à explosão há referência a uma carta enviada ao presidente Michel Aoun e ao primeiro-ministro Hassan Diab, em 20 de junho.
A carta resumia as descobertas de uma investigação judicial, iniciada em janeiro deste ano, em que alegava que a substância deveria ser posta em segurança imediatamente.
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