Após as falas durante o discurso no Dia da Independência, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que foi cobrado a manter os ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e rebater as declarações do presidente da corte, ministro Luiz Fux, durante a live semanal, nesta quinta-feira (9).
“Queriam que eu respondesse o presidente do Supremo, Fux, que fez uma nota dura. Também usou da palavra o Arthur Lira [PP-AL], [presidente] da Câmara, o Augusto Aras, nosso procurador-geral da República. Alguns do meu lado aqui vieram até com o discurso pronto: ‘Tem que reagir, tem que bater’. Calma, amanhã a gente fala, deixa acalmar para amanhã”, disse o presidente.
Durante a transmissão, o chefe do Executivo Nacional também mudou o tom e disse nunca ter tido intenção de “agredir” qualquer um dos Poderes. Além disso, ele pediu “calma” aos seguidores, indicando que os ataques ao STF podem voltar futuramente.
“Queriam que eu respondesse o presidente do Supremo, Fux, que fez uma nota dura. Também usou da palavra o Arthur Lira [PP-AL], [presidente] da Câmara, o Augusto Aras, nosso procurador-geral da República. Alguns do meu lado aqui vieram até com o discurso pronto: ‘Tem que reagir, tem que bater’. Calma, amanhã a gente fala, deixa acalmar para amanhã”, afirmou.
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