O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em proibir a reeleição dele e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), tem que ser respeitada. Além disso, ele ainda destacou que nunca teve a intenção de disputar o pleito interno da Câmara, previsto para fevereiro de 2021, para continuar no cargo. As informações foram publicadas pelo Uol, nesta segunda-feira (7).
“Eu sempre disse que meu projeto era construir uma candidatura, um sucessor, já que eu estava na Câmara há muitos anos. Nenhuma crítica ao relatório do ministro Gilmar [Mendes]. O que disse era que meu caso divergia do caso do presidente Davi e que, na democracia, a alternância de poder era muito importante. Então, não muda nada no nosso processo político interno”, disse em entrevista à GloboNews.
De acordo com o presidente da Câmara, seu pensamento “sempre foi de uma escolha de um sucessor”. Segundo a reportagem, Maia articula um bloco político para enfrentar o líder do centrão, Arthur Lira (PP-AL), nome favorito do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
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