O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, incluiu a previsão de pagamento da 13º parcela do Bolsa Família na Medida Provisória (MP) 1000/20, que prorrogou o auxílio emergencial até dezembro. A decisão acontece após ele ser acusado como culpado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por não quitar o benefício. A informação foi divulgada pela colunista Carla Araújo, do portal Uol, nesta sexta-feira (18).
Articulada com o relator, deputado Marcelo Aro (PHS-MG), a MP está na pauta do Plenário desta sexta-feira (18). No entanto, segundo a coluna, ela pode ser votada apenas na semana que vem.
Em live semanal nas redes sociais, nesta quinta-feira (17), Bolsonaro disse que Maia era o culpado pelo fato de os beneficiários do Bolsa Família não receberem uma 13ª parcela do programa neste ano. À Folha de São Paulo, Maia respondeu chamando o chefe do Executivo de mentiroso.
Ainda segundo a coluna, apesar da acusação de Bolsonaro, a MP não foi votada por causa de uma articulação do próprio governo, que previa um impacto de R$ 8 bilhões aos cofres públicos.
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