Os robôs e perfis alugados nas redes sociais ligados ao bolsonarismo tiveram uma queda de 14% para 10%, segundo o levantamento da consultoria AP Exata. A queda acontece no momento em que a Polícia Federal (PF) fez busca e apreensões sobre investigados por disseminar fake news e ameaças contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações foram publicadas pela colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, nesta quinta-feira (28).
De acordo com a publicação, as postagens dos chamados perfis de interferência já chegaram 17% das postagem no twitter. Ações do STF parecem que atingiu o sistema de disseminação de informações desses perfis, que é feita artificialmente.
Nesta quarta-feira (27), uma live no YouTube contou com a presença de estrelas do bolsonarismo, como o escritor Olavo de Carvalho e o deputado e filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL). Mesmo assim, Bolsonaro seguiu tendo mais menções negativas do que positiva no Twitter de 53% a 47%.
Segundo a análise da AP Exata, se os perfis de interferência forem desmobilizados, os bolsonaristas terão menos força para impor suas opiniões nas redes sociais.
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