O Senado Federal rejeitou, por 47 votos a 27, a Medida Provisória (MP) 1045/21 que renova o programa de redução de salários e jornada dos empregados durante a pandemia, nesta quarta-feira (1°).
O texto original da MP, editado pelo presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido), foi criado no ano passado como uma medida emergencial de manutenção do emprego.
Entre as mudanças inclusas na Medida estavam a criação de dois programas de contratação simplificada e com benefícios reduzidos a jovens, profissionais com mais de 55 anos e beneficiários do Bolsa Família: o Programa Primeira Oportunidade e Reinserção no Emprego (Priore) e o Regime Especial de Trabalho Incentivado, Qualificação e Inclusão Produtiva (Requip).
Por meio das redes sociais, o senador Rogério Carvalho (PT) comemorou a decisão da Casa, e afirmou que se fosse aprovada, a MP traria um retrocesso para o país.
“Conseguimos derrotar o Governo na votação da MP 1045/21 e a proposta foi barrada. Se aprovada a MP seria um grande retrocesso para os direitos dos trabalhadores, já penalizados por este desgoverno. Chega de retirar direitos do povo brasileiro”, disse.
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