O irmão de Sara Winter, líder do grupo de extrema-direita ‘300 do Brasil’, comemorou a prisão dela nesta segunda-feira (15), em Brasília. Diego Giromini, 37, disse que Sara não pode viver em sociedade, pois ela é prejudicial para a família, a política e para o país. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo.
“Como sou brasileiro e eu quero um país melhor, a notícia foi extremamente positiva. É uma pessoa totalmente descontrolada, só quer aparecer na mídia. Não serve para nada. É uma sociopata. Ela tem a cabeça da Suzane von Richtofen”, afirma.
Diego é ex-atleta de MMA e trabalha atualmente como motorista particular em São Carlos, São Paulo. Ele diz que as ações da irmã são movidas pelo desejo por dinheiro e fama. “Ela já deve saber quantos dias vai ficar presa, vai ficar mais famosa. Ela vai querer ser chamada de presa política”, disse.
O desgosto com as atitudes de Sara, segundo ele, atingem toda a família. “Meus pais não vão ficar felizes como eu, mas acho que também não vão ficar chateados, porque já esperavam isso dela. Até já cansaram”, explica. “É uma pessoa extremamente agressiva. Você dá um conselho para ela, e ela acha que não é certo, ela começa a brigar, a agredir até fisicamente. É uma pessoa que não pode viver na sociedade”.
Ainda de acordo com Diego, Sara tem apenas contato com a mãe e não aparece na cidade desde 2017, nem para ver o filho de 4 anos. “Os seguidores dela ficam pedindo ‘cadê seu filho’, porque não veem o filho dela que ela abandonou para meus pais criarem”, revela. Segundo ele, o filho da ativista foi criado pelos avós desde que nasceu.
Sara e mais cinco pessoas foram presas, nesta segunda, pela Polícia Federal (PF), no âmbito do inquérito que investiga realização de atos antidemocráticos. O relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) é o ministro Alexandre de Moraes que autorizou as prisões cumpridas pela PF.
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