O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou há pouco a votação que decidirá se permanecem válidas as decisões monocráticas que suspenderam o pagamento de benefícios extras — os chamados penduricalhos — a servidores dos Três Poderes quando estes ultrapassam o teto constitucional de R$ 46,3 mil.
Os ministros analisam os despachos individuais de Flávio Dino e Gilmar Mendes, responsáveis por barrar a concessão dessas verbas em todo o serviço público.
Possível regra de transição
Além de confirmar ou revogar a suspensão, o plenário também debate se será criada alguma regra de transição para os órgãos atingidos.
Entenda as decisões anteriores
No dia 5 de fevereiro, Flávio Dino determinou a interrupção imediata dos pagamentos que não têm amparo legal, fixando prazo de 60 dias para que Judiciário, Executivo e Legislativo — nas esferas federal, estadual e municipal — revisem e cessem as vantagens que desrespeitam o limite remuneratório.
Na sequência, Gilmar Mendes estendeu a suspensão a juízes e membros do Ministério Público, reforçando o alcance da medida.
Impacto financeiro
Estimativas apontam que Judiciário e Ministério Público desembolsam cerca de R$ 17 bilhões em penduricalhos acima do teto constitucional.
Fonte: Agência Brasil
Siga o AjuNews e entre no nosso grupo de notícias de Aracaju.









