BRASIL — A Polícia Federal decidiu não endossar a proposta de acordo de colaboração premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao conglomerado Master.
- A PF considerou inconsistentes as informações dadas por Vorcaro ao confrontá-las com provas e indícios reunidos desde 2024.
- A decisão foi comunicada ao ministro André Mendonça, relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal.
- A Procuradoria-Geral da República segue avaliando a mesma proposta de delação.
- Vorcaro já foi preso em fases da Operação Compliance Zero e teve movimentações entre sala especial e carceragem da Superintendência da PF.
Motivo da recusa
Comunicação ao relator e papel da PGR
Mais informações sobre o Supremo Tribunal Federal estão disponíveis em stf.jus.br.
Percurso de prisões e transferências
Vorcaro, de 42 anos, foi preso preventivamente na primeira fase da Operação Compliance Zero em 18 de novembro do ano passado e permaneceu detido por dez dias até ser libertado por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Ele voltou a ser detido em 4 de março, durante a terceira fase da operação.
Em 19 de março, como parte das tratativas para um acordo, Vorcaro passou a ocupar uma sala especial na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Com a deterioração das negociações, ele foi transferido esta semana para uma cela da superintendência, de onde pode ser remetido à Penitenciária Federal e ficar sujeito a regras mais rígidas.
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