No despacho que determinou a operação de combate à fake news, na quarta-feira (3), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, afirmou que integrantes do grupo Brasil 200, que reúne empresários simpatizantes ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), impulsionaram vídeos e material para atacar instituições democráticas. As informações são do colunista Guilherme Amado, da revista Época.
“Também há informações de que os empresários aqui investigados integrariam um grupo autodenominado de “Brasil 200 Empresarial”, em que os participantes colaboram entre si para impulsionar vídeos e materiais contendo ofensas e notícias falsas com o objetivo de desestabilizar as instituições democráticas e a independência dos poderes”.
Na decisão, o ministro usou como exemplo uma reprodução de um grupo de WhatsApp em que Edgar Corona, o dono da SmartFit, defende impulsionamento deste tipo de material.
A operação deflagrada pela Polícia Federal, no chamado inquérito das fake news, apura ofensas, ataques e ameaças contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além de quatro possíveis financiadores da equipe.
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