O Ministério da Defesa divulgou, nesta quarta-feira (27), uma nota à imprensa para esclarecer os gastos das Forças Armadas com alimentação.
Nesta semana, repercutiu na imprensa o gasto de R$ 1,8 bilhão em alimentos durante o ano passado. Entre os gastos, estão R$ 2,2 milhões que foram usados na compra de chiclete. Já o dinheiro que foi gasto na compra de molhos, somam mais de R$ 14 milhões. Pizza e refrigerante totalizam R$ 32,7 milhões.
Segundo o ministério, os valores são compatíveis com as tarefas das tropas. De acordo com a pasta, os militares não recebem nenhum valor referente ao pagamento de auxilio alimentação, sendo obrigatória por lei a disponibilização de alimentação aos que estão em atividade.
Segundo o ministério, desde 2017, o gasto diário com a compra de alimentos é de R$ 9 por militar, valor que não é reajustado há três anos e que é usado para custear o café da manhã, almoço e o jantar dos militares que compõem as Forças Armadas.
Sobre a compra de itens como leite condensado, o ministério explicou que o produto pode ser usado para substituir o leite comum, devido ao seu alto potencial energético e melhor conservação em altas temperaturas.
No caso da compra de gomas de mascar, o ministério afirmou que o produto é usado na higiene bucal quando ocorre a impossibilidade de escovação e para aliviar os efeitos da pressão durante a atividade aérea.
Em todo o país, o efetivo é de 370 mil militares, que estão alocados em 1,6 mil organizações militares.
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