O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler, determinou que a Petrobras dê detalhes aos auditores do órgão referente aos contratos milionários entre a estatal e empresas que prestaram a ela “serviço de investigação e assessoria jurídica” e de “tecnologia forense e apoio à investigação ” na época da Operação Lava Jato. As informações foram publicadas pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, nesta sexta-feira (2).
De acordo com a publicação, a assinatura dos contratos aconteceu entre 2015 e 2016 e ficaram em vigor até 2019. Ao todo, somando os três contratos o valor supera R$ 573 milhões.
Segundo a coluna, a Petrobras se recusou a apresentar os dados completos. A estatal alegou que, caso isso aconteça, algumas estratégias que são sigilosas em ações judiciais poderiam vir a público. O ministro levou o caso para uma sessão secreta do TCU. O argumento apresentado pela estatal não foi aceito.
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