O Cine Walmir Almeida estreia nesta semana o Festival de Cinema Francês, com 21 produções. Nesta quinta-feira, 29, a programação também inclui a Mostra Por Elas, dedicada a diretoras sergipanas.
O Cinema Walmir Almeida, localizado no Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antônio Barreto, unidade da Fundação Cultural de Aracaju (Funcaju), estreia nesta semana o Festival de Cinema Francês. A programação reúne 21 produções diversificadas e voltadas a todos os públicos, além da Mostra Por Elas, dedicada ao audiovisual produzido por mulheres sergipanas.
Em sua 17ª edição, o Festival de Cinema Francês do Brasil 2026 chega às capitais e a outras cidades brasileiras com produções recentes e clássicos, promovendo o acesso ao audiovisual produzido na França. Entre os destaques estão De Gaulle: A França Livre e O Beijo Elétrico.
Exibido fora da competição do Festival de Cannes e estrelado por Simon Abkarian, Simon Russell Beale e Florian Lesieur, De Gaulle: A França Livre se passa em junho de 1940, durante a ocupação nazista. O filme acompanha a decisão do general Charles de Gaulle de partir para Londres para liderar a resistência francesa.
Já O Beijo Elétrico, trabalho mais recente do diretor Pierre Salvadori, é uma fantasia que abriu o Festival de Cannes de 2026. A produção mistura romance, mistério e encontros improváveis na Paris dos anos 1920.
Nesta quinta-feira, 29 de outubro, às 19h, o Cine Walmir Almeida também apresenta a Mostra Por Elas, com curtas-metragens dirigidos por mulheres sergipanas. A seleção inclui obras escolhidas em celebração ao Dia da Sergipanidade e será seguida de debate com as diretoras.
Os ingressos estão disponíveis diretamente na bilheteria. A programação completa é divulgada semanalmente nos canais oficiais da Funcaju, da Prefeitura de Aracaju e do Cine do Centro.
Sinopse de De Gaulle: A França Livre
Junho de 1940. A França desmorona e assina o armistício. Em meio ao caos, um homem se recusa a ceder. Sozinho contra todos, esse general desconhecido foge para Londres para salvar o que resta de um sonho: a liberdade. Sem exército, sem apoio, sem esperança. Mas com uma convicção insana: a França, a sua França, não depôs as armas. Ele tenta uma última cartada: convencer o mundo de que a batalha da França não terminou e tampouco está perdida. A realidade é obstinada e lhe dá razão. Mas, pouco a pouco, levantam-se ao seu redor, na Inglaterra, na França e na África, resistentes clandestinos, estudantes revoltados e soldados determinados. Sua fé, sua audácia e sua fúria pela liberdade desafiam a História, que, no entanto, parecia ter sido escrita de antemão.
Sinopse de O Beijo Elétrico
Paris, 1928. Antoine Balestro, um jovem pintor em ascensão, não consegue mais trabalhar desde a morte da esposa, para desespero de Armand, seu galerista. Certa noite, embriagado, Antoine tenta entrar em contato com a mulher por intermédio de uma vidente. Sem saber, porém, ele está falando com Suzanne, uma modesta artista de feira que entrou sorrateiramente na carroça para roubar comida. Suzanne revela-se talentosa para a impostura e, rapidamente auxiliada por Armand, começa a realizar uma série.
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