A chegada de um elefante-marinho chamou a atenção de banhistas nesta sexta-feira (2), na Praia de São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O animal atraiu curiosos e mobilizou equipes de salvamento, que adotaram medidas para preservar a segurança das pessoas e do mamífero.
Os guarda-vidas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) orientaram as pessoas a se afastarem e sinalizaram o local com bandeiras roxas, que alertam para a presença de animais marinhos. Os agentes mantiveram os curiosos à distância para evitar qualquer tipo de contato com o mamífero e também acionaram um órgão ambiental para acompanhar o animal.
A presença do elefante-marinho em área de banho gerou aglomeração inicial de pessoas interessadas em ver o animal, o que levou à intervenção das equipes de salvamento. O uso das bandeiras roxas e a orientação direta dos guarda-vidas tinham o objetivo de reduzir riscos tanto para os banhistas quanto para o próprio mamífero, que pode se comportar de forma imprevisível quando estressado ou ferido.
Em comunicado, o órgão informou recomendações para lidar com situações desse tipo, ressaltando cuidados básicos que devem ser adotados até a chegada de especialistas. Entre as orientações destacam-se a proibição de tocar, puxar ou empurrar o animal e a recomendação para que não se tente devolvê-lo ao mar sem avaliação técnica.
O CBMERJ reforça que, em situações como essa, não se deve tocar, puxar ou empurrar o animal, nem tentar devolvê-lo ao mar, pois ele pode estar debilitado ou doente, sendo necessária avaliação especializada
Informou em nota.
Além dessas medidas, foi solicitado aos presentes que evitassem comportamentos que possam aumentar o estresse do animal, como barulho excessivo e aproximação em grande número. Também foi desencorajado oferecer qualquer tipo de alimento ou água ao mamífero, práticas que podem agravar problemas de saúde ou alterar o comportamento natural do animal.
Evitar barulho, aglomerações ou oferecer qualquer tipo de alimento ou água
Acrescentou a corporação.
As equipes no local permaneceram em ação para monitorar a situação até a chegada dos técnicos ambientais solicitados. A atuação priorizou a proteção das pessoas e a integridade do elefante-marinho, com foco na avaliação e no encaminhamento adequados por especialistas que possam determinar o estado de saúde do animal e a melhor conduta a adotar.
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