A Promotoria de Justiça do Controle Externo da Atividade Policial se reuniu com as delegadas Érika Farias Fonseca Magalhães, corregedora geral de Polícia Civil, e Nalile Bispo, representante da Coordenadoria de Polícia da Capital (Copcal) para formularem estratégias a fim de agilizar o encaminhamento de inquéritos policiais, em Aracaju. A ação busca evitar que os casos fiquem acumulados nas delegacias. A informação foi divulgada pelo Ministério Público de Sergipe (MP-SE), nesta segunda-feira (30).
Esteve em pauta o cumprimento de cotas promotoriais e de diligências que são requisitadas pelo MP-SE junto à Polícia Civil, como o encaminhamento dos inquéritos policiais no prazo estabelecido em lei. As estratégias pensadas servirão para que o processo de endereçamento do inquérito policial seja rápido e não fique acumulado nas delegacias, atrasando o desfecho e solução dos casos, sobretudo aqueles de maior interesse social.
“Foi uma oportunidade essencial para repassar o trabalho feito pela Copcal em relação as forças tarefas para cumprimento de metas, de cotas e parâmetros estabelecidos pela referida coordenadoria”, destacou a delegada Nalile Bispo, que representou a Coordenadora da Copcal, a delegada Rosana Freitas.
A corregedora geral da Polícia Civil, Érika Farias, deu ênfase a relação que vem sendo construída. “Esse diálogo é constante e fundamental. O objetivo será sempre estreitarmos o contato entre Ministério Público e Polícia Civil”, disse.
Para o promotor de Justiça Deijaniro Jonas Filho, o empenho das Instituições em ampliar essa relação e agilizar o andamento dos procedimentos favorece a sociedade. “Tudo isso está sendo construído dentro de um planejamento estabelecido e de um roteiro que venha satisfazer o interesse da coletividade. Um inquérito que tramita por anos dentro de uma delegacia talvez não atinja esses interesses sociais, por isso essa resolutividade que está sendo pretendida é muito importante”, ressaltou.
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