O ex-prefeito de Capela, Leste sergipano, Manoel Sukita (PTC), apontou possível motivação política na prisão de seu irmão, o ex-presidente da Câmara de Capela, José Adaltro Santos (PTN), durante a Operação Mamulengo, deflagrada pela Polícia Civil, na terça-feira (09).
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Sukita afirmou que toda operação foi montada dentro da cozinha na casa da atual prefeita e sua ex-esposa, Silvany Mamlak (PSC), para prejudicar Adaltro que supostamente estaria liderando as pesquisa eleitorais deste ano.
“Como está na mente da população que essa denúncia e investigação nasceu na cozinha da atual prefeita e do ex-prefeito Ezequiel. A atual prefeita está tirando o ex-cunhado da disputa porque ele está dando de dois por um nas pesquisas”, disse.
Segundo o delegado Rodrigo Espinheira, que presidiu o inquérito, o parlamentar foi preso temporariamente por tentar direcionar a investigação, “fazendo influências em pessoas que estavam sendo ouvidas para falar de certa forma que agradasse a ele”.
Ainda de acordo com o delegado, assim que assumiu a presidência da Casa Legislativa, Adaltro começou a cooptar servidores juntamente com as empresas para que fosse simulada a participação em cursos os eventos para que fossem pagas gratificações e diárias. Alguns, recebiam certificados por eventos que nunca aconteceram. Somente com diárias, foram pagos cerca de R$ 160 mil, repassados para o vereador.
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