A Polícia Militar de Sergipe conduziu quatro pessoas às autoridades policiais neste domingo (4), durante o primeiro turno das Eleições 2026. As ocorrências foram registradas nos municípios de Japoatã e Barra dos Coqueiros e envolvem suspeitas diferentes: desordem em local de votação, tentativa de dano à urna eletrônica, agressão a policiais e possível compra de votos.
Em Japoatã, uma mulher foi conduzida à Delegacia do município após apresentar comportamento considerado agressivo no Colégio Estadual Josino Menezes, unidade utilizada como local de votação. A ocorrência foi atendida por policiais da 5ª Companhia Independente (5ª CIPM), que faziam o policiamento no local.
Segundo o relatório policial, a equipe foi acionada após a mulher provocar tumulto contra funcionários da seção eleitoral 085. Ao chegarem à sala de votação, os militares solicitaram que ela deixasse o local, mas, conforme o registro, houve recusa.
Ainda de acordo com a ocorrência, a suspeita teria tentado danificar a cabine de votação e a urna eletrônica, que acabou derrubada no chão. Durante a intervenção, ela também teria agredido policiais e precisou ser contida e algemada. A mulher foi encaminhada à Delegacia de Japoatã, juntamente com as demais partes envolvidas, para adoção das medidas legais. Ela foi apresentada como suspeita de prejudicar o trabalho eleitoral por meio de desordem.
Na Barra dos Coqueiros, três homens foram conduzidos à Polícia Federal sob suspeita de envolvimento em possível compra de votos. A abordagem ocorreu por volta das 8h20, na Rua Tenente Feitosa, no bairro Baixo, durante o policiamento da 2ª Zona Eleitoral.
Os militares abordaram uma caminhonete branca que estava com o motor ligado e sem visibilidade do interior. No veículo estavam os três homens. Durante a revista, um dos ocupantes foi encontrado com R$ 2 mil em cédulas de R$ 100, além de santinhos e adesivos de campanha. Três celulares também foram apreendidos.
Os envolvidos, o dinheiro e os materiais foram encaminhados à Polícia Federal, responsável pela apuração do caso e pela adoção das medidas cabíveis. As duas ocorrências serão analisadas pelas autoridades competentes, que deverão apurar as circunstâncias e a eventual prática de crimes eleitorais.
As informações sobre as ações e os encaminhamentos constam nos registros das corporações que atuaram no suporte e na fiscalização do processo eleitoral nas unidades onde as ocorrências aconteceram.
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