A mulher o ex-assessor Fabrício Queiroz, Márcia Aguiar, teria ajudado a desviar R$ 1,1 milhão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) no esquema das “rachadinhas”, segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ).
De acordo com o blog de Fausto Macedo, do jornal Estadão, a promotoria estima ainda que, desse total, R$ 868 mil tenham abastecido a suposta organização criminosa liderada pelo filho do presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ).
Em julho, Márcia foi alvo de prisão preventiva, mas não foi encontrada pela Polícia e ficou foragida até ser beneficiada por liminar do ministro João Otávio de Noronha, então presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Ainda segundo o MP-RJ, Márcia faz parte do chamado ‘núcleo executivo’ das rachadinhas, composto por servidores fantasmas do gabinete de Flávio que recebiam o salário sem nunca bater ponto na Assembleia do Rio.
Leia mais:
Defesa de Queiroz entra com recurso no STJ para trocar relator do caso
Procuradoria pede ao STJ que restabeleça prisão preventiva de Queiroz e de sua mulher
Esposa de Queiroz, Márcia Aguiar se apresenta para colocar tornozeleira eletrônica
Esposa de Queiroz está em casa para cumprir prisão domiciliar ao lado do marido
Siga o AjuNews e entre no nosso grupo de notícias de Aracaju.









