Nesta segunda (27), a Caixa credita a parcela de julho do Bolsa Família para beneficiários com NIS final 6. O valor médio é R$ 679,19 (piso R$ 600) e 175 municípios — inclusive em Sergipe — tiveram pagamento antecipado.
A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (27) a parcela de julho do Bolsa Família aos beneficiários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termina em 6. O valor médio do benefício neste mês permanece em R$ 679,19, com piso mínimo de R$ 600.
Moradores de 175 municípios que se encontram em situação de emergência ou estado de calamidade pública já tiveram o crédito liberado em 20/07, independentemente do dígito final do NIS. Esse pagamento unificado alcança localidades dos seguintes estados: Amazonas (3 municípios), Paraíba (31), Paraná (8), Rio Grande do Norte (120), Roraima (6) e Sergipe (7). A relação completa das cidades pode ser consultada nos canais oficiais do programa.
Além da parcela básica, o benefício inclui três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz destina seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para auxiliar na alimentação dos recém-nascidos. Há ainda um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes ou filhos de 7 a 18 anos e outro de R$ 150 para núcleos familiares com crianças de até 6 anos.
No formato tradicional do programa, os depósitos são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês. Informações sobre valores, datas de saque e composição das parcelas podem ser conferidas no aplicativo Caixa Tem, ferramenta que permite acompanhar as contas poupança digitais do banco.
O calendário mantém a regra de proteção, válida desde junho de 2023. Pelo mecanismo, famílias que consigam emprego e elevem a renda continuam recebendo 50% do valor a que teriam direito por até um ano, desde que cada integrante some rendimento de, no máximo, meio salário mínimo. Para quem aderiu ao dispositivo até maio de 2025, permanece garantido o período de dois anos.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família deixaram de sofrer desconto relativo ao Seguro Defeso. A mudança foi introduzida pela Lei 14.601/2023, que reestruturou o programa. O Seguro Defeso é pago a pescadores artesanais impedidos de exercer a atividade durante a piracema, período dedicado à reprodução dos peixes.
O pagamento desta segunda-feira reforça o compromisso do governo federal em manter a regularidade do calendário, assegurando que as famílias inscritas recebam o apoio financeiro necessário para alimentação, saúde e educação.
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