O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) determinou encerramento do Grupo de Atuação Especializada e Combate à Corrupção (Gaecc), nesta quinta-feira (4). O grupo foi criado em 2016 e investigou suspeitas de corrupção, inclusive o caso das rachadinhas do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos).
De acordo com o Uol, os trabalhos do grupo serão coordenados pelo Grupo de Atuação Especializada e Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Flávio Bolsonaro é suspeito de se beneficiar de um esquema em que funcionários da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) repassavam parte dos salários recebidos. A estimativa é que R$ 6 milhões tenham sido desviados ao senador.
Depois da investigação do Gaecc, o MP resolveu denunciar Flávio Bolsonaro pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O julgamento do caso está em andamento.
Ainda de acordo com a reportagem, o procurador-geral de Justiça do Rio, Luciano Mattos, revogou a medida que criou o Gaecc, portanto, caberá ao Gaeco autorizar ou não a abertura de todos procedimentos de investigação.
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