Política


Maia diz que governo vai pagar a conta com sua popularidade se prorrogar auxílio


Publicado 17 de outubro de 2020 às 19:00     Por Roberta Cesar     Foto José Cruz / Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que se ocorrer a prorrogação do auxílio emergencial para o próximo ano, o governo federal vai “pagar a conta com sua popularidade”. As informações foram publicadas pelo Uol, neste sábado (17).

A declaração foi dada em meio a articulações, em Brasília, para que o estado de calamidade pública ocasionado pela pandemia de covid-19, inicialmente programado para se encerrar em dezembro, seja ampliado até março de 2021.

Essa medida abriria espaço para que os benefícios ligados à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Orçamento de Guerra também sejam prorrogados até o mesmo período. No entanto, neste sábado (17), Maia afirmou que essa possibilidade “não existe” e defendeu a manutenção do teto de gastos.

Ao ser questionado sobre a possibilidade do Senado Federal acolher o não cumprimento do teto de gastos, Maia disse que sua preocupação com isto é “zero”. “Os senadores têm experiência e têm cumprido seu papel”. O presidente ainda acrescentou: “Sei que os parlamentares não vão aceitar mudanças no teto de gastos”.

Ao tratar de uma possível prorrogação do auxílio, o presidente da Câmara destacou que ações assim fazem com que a conta seja paga pela própria popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).



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