Crianças e adolescentes atendidos por instituições sociais participam da Vila da Criança, na Orla da Atalaia. A ação do Governo de Sergipe articula transporte e acesso gratuito à programação.
A oportunidade de andar na roda-gigante, conhecer uma arena de jogos e aproveitar atrações culturais pode parecer parte da rotina de muitas crianças, mas ainda é uma experiência distante para quem enfrenta dificuldades de acesso ao lazer. Na Vila da Criança, realizada pelo Governo de Sergipe na Orla da Atalaia, em Aracaju, crianças e adolescentes atendidos por instituições sociais têm a oportunidade de viver novas experiências, brincar e compartilhar momentos de convivência.
Por meio da Secretaria de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania (Seasic), o Governo de Sergipe articula a participação de grupos em situação de vulnerabilidade social, criando oportunidades para que crianças e adolescentes de diferentes comunidades também aproveitem a programação gratuita. A iniciativa contribui para ampliar o acesso ao lazer, fortalecer a convivência e promover o sentimento de pertencimento.
A secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania, Érica Mitidieri, destacou a importância da parceria entre o poder público e as organizações sociais. “A gente acredita que a transformação social acontece quando o poder público, as organizações e a comunidade caminham juntos. A Cufa [Central Única das Favelas], por exemplo, realiza um trabalho importante nos territórios, chegando perto das pessoas, conhecendo suas realidades e criando oportunidades. É esse olhar que também orienta nosso trabalho na Seasic: cuidar das pessoas, fortalecer as comunidades e garantir que ninguém fique para trás”, afirmou.
De acordo com a assistente social Mariana Conceição Batista Alves, coordenadora da Política da Pessoa Idosa da Seasic e integrante das ações da Diretoria de Direitos Humanos, que acompanha as visitas, a secretaria organiza a participação das instituições e o deslocamento dos grupos até o espaço, considerando que nem todas as famílias conseguem levar as crianças à programação.
“É um momento de inclusão, de eles se sentirem pertencentes, serem protagonistas da realidade deles, ter a oportunidade de brincar, de curtir”, explicou Mariana.
Segundo ela, a participação das instituições foi ampliada na edição deste ano. As visitas acontecem de segunda a quinta-feira, com três instituições por noite, o que permite receber cerca de 12 grupos por semana. Cada instituição leva, em média, 25 crianças e adolescentes, acompanhados por adultos responsáveis.
Nesta segunda-feira, 19, cerca de 75 crianças e adolescentes de três instituições participaram das atividades. Entre os grupos estavam a Central Única das Favelas (Cufa), com atuação no Porto Dantas, uma instituição de São Cristóvão e uma escolinha de futebol da zona norte de Aracaju. A proposta é ampliar as oportunidades de acesso ao lazer e promover a integração entre crianças de diferentes comunidades.
Para as crianças atendidas pela Cufa, na comunidade Coqueiral, em Aracaju, a visita também foi uma oportunidade de sair da rotina e conhecer atrações que muitas ainda não tinham experimentado.










Fonte: Governo de Sergipe
Siga o AjuNews e entre no nosso grupo de notícias de Aracaju.









