O inquérito sobre a morte do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega descartou a possibilidade de execução e tortura física, concluindo que ele morreu durante o confronto na ação da polícia. A informação foi divulgada pelo Uol, nesta quarta-feira (26).
O ex-policial foi morto em 9 de fevereiro deste ano em uma operação da polícia na Bahia, que tinha como objetivo cumprir um mandado de prisão contra o miliciano. Segundo a reportagem, a perícia identificou que o ex-PM deu sete tiros contra os policiais, atingindo escudos e parte do imóvel onde estavam.
De acordo com o delegado responsável pela investigação, Marcelo Sansão, a conclusão ocorreu após ouvir depoimentos de policiais e moradores, e confrontar as versões com os laudos periciais.
“Digo, sem qualquer dúvida, que essa autoridade policial entende que foi consumado um confronto naquele cenário de operações. Por tudo que foi apresentado pelos peritos e por tudo que foi trazido nas oitivas. Apesar da distância de alguns moradores, já que o sítio tinha uma distância, e temos oitivas dos moradores que corroboram com oitivas dos policiais”, afirmou o delegado.
Ainda segundo Sansão, os depoimentos dos três policiais envolvidos na operação apresentam semelhanças com relatos de testemunhas e informações divulgadas nos resultados da perícia. “Aquela equipe agiu com técnica e não se excedeu. Eles agiram na absoluta ação de legítima defesa naquele cenário”, disse.
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