Política


Líder do governo na Alese, Zezinho Sobral diz que oposição ‘queria perder para fortalecer seu discurso’ na votação das taxas


Publicado 29 de dezembro de 2020 às 08:00     Por Eduardo Costa     Foto Jadilson Simões/Rede Alese

Líder do governo do Estado na Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe (Alese), o deputado estadual Zezinho Sobral (Podemos) criticou a oposição após as votações desta segunda-feira (28). Na sessão final de 2020, dentre outros assuntos, foi aprovado o aumento de taxas de serviços prestados pelo Departamento Estadual de Trânsito de Sergipe (Detran-SE) relativos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Em entrevista à rádio Rio FM na manhã desta terça (29), Zezinho afirmou que a oposição perdeu de forma programada para valorizar seu discurso. Ele citou uma das emendas aprovadas, que cria uma taxa de R$ 0,31 ao Estado pela entrada e saída de notas fiscais na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Tal emenda foi publicamente criticada pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL).

“Foi uma vitória programada. A oposição queria perder, porque perder fortaleceria seu discurso. Não queria entendimento. Apresentamos uma emenda ontem assinada por 15 deputados, e dois deles foram a favor da emenda, mas votaram contra no projeto. Ou seja, só queriam posar na foto para dizerem que a emenda era boa. É fácil construir o argumento para dizer que aquilo é contrário, e às vezes ele existe”, afirmou Zezinho.

“Dezenove entidades da sociedade estavam envolvidas no contexto. Deputados estão sendo achincalhados pelo bloco de oposição, que diz que eles estão prejudicando as pessoas. Mas eles não assinaram a emenda. Alguns até assinaram, mas votaram contra no projeto. Onde está a coerência? A taxa do Detran precisava de equilíbrio, e a oposição sabe disso”, acrescentou.

Zezinho Sobral ainda defendeu novamente a aprovação dos projetos, afirmando que ele traz benefícios às empresas. Ele fez referência ao texto aprovado que isentou taxas do Corpo de Bombeiros para fundações, partidos políticos e templos de qualquer culto.

“Tenho a consciência de que fiz uma boa defesa e reduzimos as taxas. Não houve perdão de dívida algum, apenas um reconhecimento dessas entidades pelo nosso trabalho. No dia em que eu estiver envergonhado de um partido político ou da política, deixo meu cargo na hora”, completou.

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