Polícia


BBB 22: Vídeo íntimo da participante Natália Doadato é vazado na internet


Publicado 19 de janeiro de 2022 às 19:00     Por Quesia Cerqueira     Foto Reprodução/Instagram

A participante Natália Deodato do BBB22, teve um vídeo íntimo vazado na web. A notícia foi confirmada pela equipe da sister, na madrugada desta quarta-feira (19), no Twitter oficial da participante. 

A equipe de administrados das redes sociais da participante informou que tomará as devidas providências, após um vídeo em que a sister aparece praticando sexo oral ter vazado nas redes sociais.

“Já temos conhecimento do vídeo que está circulando! Tomaremos as providências cabíveis!”, escreveu a equipe no Twitter. “Continuem mandando os prints. Manda tudo!”, solicitou os administradores.

União de administradores

Após a repercussão do vídeo e o pedido da equipe de Natália, as equipes dos outros participantes do reality também entraram na corrente e pediram o fim do compartilhamento do vídeo.

As equipes de Bárbara Heck, Brunna Gonçalves, Laís Caldas, Luciano Estevan, Eslôvenia Marques, Lucas Bissoli, Naiara Azevedo, Paulo André e Rodrigo Mussi e demais brothers já se pronunciaram em seus perfis oficiais prestando total apoio aos familiares e equipe da Natália.

Os internautas, entre seguidores da sister e perfis de famosos, estão alertando para o não compartilhamento do conteúdo. Também estão reunindo prints de usuários que estão compartilhando o vídeo para que as medidas necessárias possam ser tomadas, além de alertarem para que todos que se deparam com o vídeo, o denunciem imediatamente.

‘Porn revenge’ é crime no Brasil

A exposição e o compartilhamento de imagens íntimas na internet é crime e pode gerar pena de 1 a 5 anos de reclusão segundo a lei 13.718/2018. A tipificação do “porn revenge” (termo que, em português, significa “pornografia de revanche”) substitui a Lei 12.737, conhecida como Lei Carolina Dieckmann, e garante a segurança da mulher contra a exposição de materiais íntimos, pornografia em vídeo ou foto de cena de sexo, sem o consentimento da pessoa  retratada.

Em caso de ‘pornografia de vingança’, quando um indivíduo divulga as imagens como forma de punir a vítima pelo término da relação, as penas podem ter acréscimo de mais 2 ou 3 anos ou multa previstos. 

Compartilhar fotos ou vídeos com conteúdo íntimo, que faça apologia ao estupro ou com cenas de nudez e sexo, sem o consentimento da vítima, é crime. Lembrando que a pessoa pode, sim, ter consentido tirar a imagem ou fazer o vídeo, e não autorizar o compartilhamento do material.

O que fazer em casos de exposição de vídeos íntimos?

O primeiro passo a ser dado pela vítima de “porn revenge” é procurar ajuda jurídica especializada para denunciar os fatos às autoridades competentes. É importante produzir as provas que serão utilizadas nas investigações, como, por exemplo, a captura das telas de todo o material, como também de conversas com o possível suspeito do compartilhamento.

É possível identificar a pessoa que compartilhou fotos e vídeos íntimos sem autorização. Assim como fez a equipe de Natália, é importante localizar a origem da divulgação dos conteúdos de “porn revenge”. Em muitos casos, é possível rastrear os dados do computador que postou as informações ou do registro das redes sociais utilizadas para o compartilhamento. Vítima pode exigir que material seja removido de sites ou redes sociais

Para proteção da mulher, caso haja interesse em gravar vídeos íntimos é tomar o cuidado de produzir materiais em que o rosto não apareça, nem tatuagens ou marcas que facilitem a sua identificação. E sempre manter o conteúdo sobre seu domínio próprio, não em aparelhos celulares de outras pessoas.



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