Política


“Cartão vermelho não foi para mim”, diz Paulo Guedes sobre gesto de Bolsonaro


Publicado 15 de setembro de 2020 às 17:00     Por Roberta Cesar     Foto Wilson Dias / Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o cartão vermelho levantado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não foi para ele. “Como todos jornais deram isso hoje, que o presidente vai tirar dinheiro dos idosos, frágeis e vulneráveis para passar aos paupérrimos, o presidente repetiu o que tinha dito antes. E levantou um cartão vermelho, que não foi para mim”, explicou. As informações foram publicadas pelo O Antagonista, nesta terça-feira (15).

Paulo Guedes ressaltou que o programa Renda Brasil não era um benefício que “tiraria de pobres para dar a paupérrimos”, e culpou a imprensa por fazer “ilações” e “distorcer” o programa do Governo Federal. De acordo com o ministro, a proposta de desvinculação dos benefícios da Previdência Social em relação ao salário mínimo no Orçamento estava sendo estudada na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo.

“O que acontece: estão fazendo conexões de pontos que não estão necessariamente conectados. Os estudos são feitos. O tratamento seletivo da informação distorce tudo (…). Quando esses estudos são formulados e começam a ser discutidos e vai para a mídia, não tem nenhum problema. Mas ligar uma coisa a outra…”, afirmou.

Guedes ainda completou: “‘O governo está tirando dinheiro dos mais frágeis para fazer o Renda Brasil’: isso é uma ilação, não é isso que estava no pacto federativo. O que está lá é uma desindexação de todos os gastos. Não é do mais pobre, é de todos os gastos.”

Segundo o ministro, o presidente barrou o Renda Brasil e desvinculou benefícios assistenciais no Orçamento do Governo Federal. Para Guedes e Bolsonaro, a ideia do programa foi totalmente distorcida.



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