Polícia


Após morte de delegado, Coronel da PM critica Belivaldo por omissão na pauta da periculosidade


Publicado 17 de outubro de 2021 às 11:45     Por Fernanda Souto     Foto Divulgação/ Assomise

Após a morte do delegado da Polícia Civil, Marcelo Hercos, neste domingo (17), o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Sergipe (Assomise), coronel Adriano Reis, criticou o governador do Estado, Belivaldo Chagas (PSD), por sua omissão na pauta da periculosidade, cobrada pelos profissionais da segurança pública.

O coronel da Polícia Militar faz parte do Movimento Polícia Unida, que tenta sensibilizar o governo estadual para que sejam iniciadas as negociações em prol do adicional de periculosidade. “É de doer o coração pois não temos o direito básico que é a periculosidade, quando juramos defender a sociedade com o risco da própria vida!”, criticou.

O colega de farda, Marcelo Hercos, morreu após ter sido baleado, no dia 21 de setembro, durante uma abordagem a suspeitos em um posto de combustível na Zona de Expansão de Aracaju. Ele ficou internado no Hospital São Lucas, na capital sergipana, mas não resistiu e veio a óbito.

“Agora falece e deixa viúva e filhos sem a garantia de receber o direito à periculosidade! Será que sua morte foi em vão? Será que esse governador de plantão permanecerá insensível a essa causa? É de se indignar com a frieza do gestor maior do estado de Sergipe!”, acrescentou Adriano.

O Movimento Polícia Unida é formado por nove entidades sindicais e representativas, que já deflagraram uma operação em prol da causa e ameaçaram iniciar uma greve diante da falta de retorno da gestão de Belivaldo.



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